Programa Bem Estar

Saiba mais abaixo sobre as doenças atendidas no Programa Bem Estar

 


Acromegalia

 

Doenças endócrinas são distúrbios do sistema endócrino, um complexo de glândulas que ajudam a controlar as funções vitais no corpo humano por meio de substâncias chamadas hormônios. Tal desequilíbrio hormonal pode afetar a saúde de uma pessoa de diversas formas, e algumas doenças endócrinas são mais comuns do que outras. As doenças endócrinas incluem o diabetes e condições mais raras como a acromegalia.

Sobre a acromegalia

A acromegalia é uma condição rara, causada pelo excesso do hormônio do crescimento (GH). O hormônio do crescimento é produzido pela hipófise, uma pequena glândula localizada na base do cérebro.

Na maioria dos casos de acromegalia, a produção excessiva de hormônio do crescimento é decorrente de tumores da hipófise, que são, em sua maioria, benignos (não cancerosos). O excesso do hormônio do crescimento leva ao aumento do tamanho das mãos, pés e à modificação de características faciais. Ele também pode afetar os órgãos internos e causar diversos tipos de complicações potencialmente perigosas caso não sejam tratadas.

O excesso de GH pode prejudicar o metabolismo da glicose e lipídios e pode resultar em diabetes, hipertensão e maior risco de doenças cardiovasculares.

Perguntas a fazer ao seu médico

Caso você tenha recebido recentemente o diagnóstico de acromegalia, converse com o seu médico sobre as suas dúvidas a respeito do seu diagnóstico:

  • Se eu não me tratar, quais são os riscos de complicações graves como o diabetes e doenças do coração?
  • Eu preciso de tratamento imediatamente?
  • Quais são minhas opções de tratamento?
  • Sou um candidato a cirurgia?
  • Quais são as vantagens e desvantagens de cada tipo de tratamento?
  • Quais são as probabilidades de que as opções de tratamento recomendadas:
            - normalizem meus níveis de GH e IGF-1?
            - controlem a massa tumoral sem prejudicar minha função hipofisária normal?
            - aliviem os sinais e sintomas?
            - aumentem minha expectativa de vida?
  • Dentro de quanto tempo sentirei a melhora dos sintomas com cada tipo de tratamento?
  • Como cada tratamento é administrado?
  • Como cada tipo de tratamento afetará minha vida cotidiana?
  • Como você acompanhará minha condição (p.ex.: tamanho do tumor da hipófise, níveis do GH, níveis do IGF-1, sintomas)?
  • Eu devo mudar a minha dieta?

Cadastre-se


Artrite psoriásica

 

A artrite psoriásica é uma doença que atinge primordialmente a pele e as articulações dos pacientes. Em geral, a psoríase se manifesta anos antes da artrite, entretanto, há casos em que os sintomas das duas doenças aparecem de forma simultânea ou, mais raramente, casos em que uma artrite leve evolui para a artrite psoriásica.1 Cerca de 30% dos pacientes com psoríase moderada a grave desenvolvem artrite psoriásica.

As manifestações da artrite psoriásica associam os sintomas da psoríase e da artrite na maioria dos casos. Portanto, os pacientes podem apresentar lesões avermelhadas e descamativas da psoríase em diferentes regiões da pele, com coceira e até dor.2 Já a artrite causa inflamação e dor em uma ou várias articulações (juntas) do corpo, limitando os movimentos consideravelmente.2

O diagnóstico da artrite psoriásica é basicamente clínico, ou seja, feito a partir do relato e da observação dos sintomas.2 Apesar disso, alguns testes na pele e mesmo um exame de sangue podem contribuir com o diagnóstico.2 Já o tratamento da artrite psoriásica depende da gravidade ou intensidade da doença. Tanto o dermatologista quanto o reumatologista costumam estar envolvidos no tratamento, que conta ainda com outros profissionais da área da saúde, como enfermeiros, fisioterapeutas e nutricionistas.

Existem diversas opções de tratamento para a artrite psoriásica. Alguns são capazes de reduzir a dor e a inflamação causadas pela doença, apesar de não interromper o curso natural da doença.2 Há outras opções mais inovadoras, que podem retardar ou barrar o desenvolvimento da artrite psoriásica.2

É importante que os pacientes tenham em mente que independentemente da gravidade de sua doença é possível viver com qualidade e minimizar os sintomas da artrite psoriásica e seus impactos no dia a dia. Para isso, os pacientes precisam ter adesão ao tratamento proposto, que é para vida toda. Além disso, as pessoas com atrite psoriásica devem observar e relatar os sintomas adequadamente ao médico, para que juntos possam avaliar se os resultados obtidos são satisfatórios ou se precisam buscar novas opções terapêuticas.

Cadastre-se Informações sobre artrite psoriásica Hotsite de artrite psoriásica


Asma grave

 

Os sintomas da asma podem muitas vezes ser debilitantes. Mas perder dias de aula ou de trabalho e noites de sono; vivenciar restrições limitantes no dia a dia; e ser internado com frequência não pode ser encarado com normalidade pelas pessoas com asma.

Apesar de atingir apenas de 5% a 10% de todos os pacientes com asma, a asma grave é a responsável pela maior taxa de mortalidade decorrente da doença.3 Além disso, as pessoas com asma grave são as que enfrentam maior impacto dos sintomas em suas atividades de rotina.

Apesar de não haver cura para a asma, ela pode e deve ser controlada, independentemente de sua gravidade.

Cadastre-se Informações sobre asma grave Hotsite de asma grave


CAPS

 

As Síndromes Periódicas Associadas à Criopirina (CAPS) são compostas por um conjunto de doenças auto-inflamatórias e de origem genética, que podem se apresentar de três formas diferentes: FCAS, Muckle-Wells e CINCA (ou NOMID).4

Cada uma das manifestações de CAPS se diferencia pela gravidade e tipo de dos sintomas apresentados. Se não diagnosticadas e tratadas adequadamente, as CAPS podem trazer consequências bastante debilitantes para os pacientes, que vão desde febre recorrente e manchas na pele similares à urticária (rash cutâneo), até inflamação, dor articular, perda de audição, perda de visão e danos neurológicos.

O diagnóstico e tratamento precoces são fundamentais para barrar a progressão da doença e oferecer bem-estar aos pacientes.

Cadastre-se Informações sobre CAPS


Câncer de mama avançado

 

Os estágios do câncer de mama fazem referência à classificação da doença de acordo com sua extensão ou gravidade, e auxilia o médico na escolha do melhor tratamento.30 Esta classificação se baseia nas características do tumor primário (tumor das mamas), nas características dos gânglios linfáticos da mama (se o câncer invadiu os gânglios próximos), e na presença ou ausência de metástase à distância (se o câncer se espalhou para outras partes do corpo formando tumores metastáticos).31,32

O câncer de mama pode ser classificado em 5 estágios (de 0 a 4), sendo o estágio zero o mais inicial e os estágios 3 e 4 os mais graves, conhecidos como câncer de mama avançado ou câncer de mama metastático.31,32

Existem diferentes tipos de tratamento para o câncer de mama avançado. A escolha do tratamento dependerá tanto da caracterização relacionada às alterações moleculares (receptores hormonais e HER2), quanto das características individuais do câncer de mama avançado apresentado pela paciente, como localização e tamanho dos tumores.33,34

Cadastre-se Informações sobre câncer de mama avançado Hotsite de câncer de mama avançado


Câncer renal

 

O câncer renal é uma doença caracterizada pelo desenvolvimento de um tumor no rim, caracterizado pelo crescimento desordenado de células tumorais. O tipo mais comum é o carcinoma de células renais (CCR), também conhecido como câncer de células renais ou adenocarcinoma de células renais.22

Se descoberto nos estágios iniciais, os índices de cura por meio de cirurgia são altíssimos. Entretanto, as chances de cura do câncer renal em estágio avançado (metastático) são bastante baixas.23 Nesses casos, o tratamento visa amenizar os sintomas e retardar as complicações da doença, mantendo a qualidade de vida das pessoas com câncer renal.23

Cadastre-se Informações sobre câncer renal


Esclerose múltipla

 

A esclerose múltipla (EM) é uma doença que atinge o sistema nervoso central (SNC) cérebro e medula espinhal, é uma doença autoimune crônica onde células de defesa do sistema imunológico reconhecem a bainha de mielina (uma espécie de capa protetora dos neurônios) como algo perigoso e ataca a bainha de mielina,24 quando ocorre esse ataque à bainha de mielina, ocorrem as manifestações clínicas que caracterizam a doença. A EM se manifesta com presença de episódios clínicos que chamamos de surtos que são de grande variabilidade e ocorrem imprevisivelmente. As manifestações clínicas mais comuns são: alteração visual; dificuldade motora; alteração sensitiva; distúrbio urinário; alteração cognitiva entre outros. Após o surto, ocorre estabilização do quadro clinico com recuperação completa ou parcial. Outra característica da doença é que ela acomete adultos jovens (início da doença) entre 20 e 40 anos de idade e ocorre 2 vezes mais em mulheres do que homens.24

Infelizmente ainda não existe uma cura para a doença, porém, nos últimos anos muitos medicamentos foram desenvolvidos trazendo maior qualidade de vida e melhor controle da doença. Os tratamentos atuam tanto na fase aguda do surto como também para controlar e diminuir preventivamente a frequência e a intensidade surtos.24

Hoje em dia existem muitos medicamentos aprovados para a prevenção dos surtos24 e como a doença não se manifesta da mesma maneira em todos os pacientes, é muito importante que o paciente esteja atento aos sintomas para discutir com seu médico possíveis trocas na terapia para manter o controle da doença.25

Cadastre-se Informações sobre esclerose múltipla


Espondilite anquilosante

 

Apesar de pouco conhecida, a espondilite anquilosante (EA) é responsável por um sintoma muito comum: a dor nas costas. A doença causa uma inflamação na região inferior ou baixa da coluna, chamada de região sacroilíaca.5

Os homens são até cinco vezes mais afetados pela espondilite anquilosante do que as mulheres.6 A espondilite anquilosante começa a se manifestar no final da adolescência ou no início da vida adulta, quando o paciente tem por volta de 17 a 35 anos de idade. Como a doença ainda não tem cura, ela acompanha o paciente ao longo de toda a sua vida.6

O sintoma mais comum da espondilite anquilosante é a dor nas costas, em especial na região inferior da coluna e nas nádegas. Há pacientes que sentem a dor de forma constante, enquanto outros manifestam uma dor recorrente, que vai e vem. Outra característica marcante da espondilite anquilosante é a piora das dores pela manhã ou após períodos de repouso. Por outro lado, as dores tendem a melhor após a prática de atividades físicas. A fadiga, dor e inchaço nos quadris, joelhos e costelas também podem ser sinais da espondilite anquilosante, bem como rigidez e dor na planta dos pés, especialmente de manhã.7,8

Como a dor nas costas é relativamente comum e pode ser causada por uma série de fatores,9 o primeiro grande desafio de quem tem espondilite anquilosante é buscar o diagnóstico correto da doença. Infelizmente, muitos pacientes atribuem suas dores a outros fatores e às vezes até recorrem à automedicação, retardando a consulta com o especialista e também o diagnóstico da EA. Com isso, os sintomas podem se agravar, colocando em risco à mobilidade e à saúde do paciente, inclusive podendo levar ao desenvolvimento de outros sintomas como lesões na medula espinhal, inflamações nos olhos, amiloidose, osteoporose e fusão vertebral.7,8

Aliviar os sintomas e garantir qualidade de vida aos pacientes com espondilite anquilosante estão entre os principais objetivos do tratamento da doença, permitindo que os pacientes possam ter uma vida social e profissional ativa.5

Se você sofre com dores nas costas de forma crônica, busque ajuda, marque uma consulta com o reumatologista.

Cadastre-se Informações sobre espondilite anquilosante Hotsite de espondilite anquilosante


Enxaqueca

 

O que você sabe sobre enxaqueca? Pois saiba que não se trata de uma dor de cabeça qualquer. Os sinais e sintomas da doença, assim como a gravidade com que eles se manifestam, podem variar muito de pessoa para pessoa.38

A dor de cabeça latejante e que ocorre em um lado da cabeça é o sintoma mais comum, apesar de não ocorrer sempre desta forma.38,39 Mas muitas pessoas com enxaqueca também podem apresentar náuseas e/ou vômitos, sensibilidade à luz e ao som.38,40 Algumas pessoas podem ainda ter outros sintomas que podem parecer não estar associados com a enxaqueca, no entanto podem variar de acordo com o estágio da enxaqueca.38

A enxaqueca possui 4 fases distintas, cada uma com seus sinais e sintomas! Mas nem todos os pacientes passam necessariamente por todas essas fases e elas podem variar entre as crises na mesma pessoa.41

Estágio pródromo: (algumas horas ou dias antes do início da dor): você pode notar mudanças sutis que sugerem o aparecimento futuro de uma enxaqueca.42 Entre os sintomas mais comuns estão a constipação, mudanças de humor, desejos por comida, dor no pescoço, bocejo frequente, aumento da sede e da vontade de urinar, entre outros.38,42

Estágio aura: neste estágio os sintomas da enxaqueca podem incluir hipersensibilidade ao toque, dificuldades com a fala, distúrbios visuais como flashes de luz ou visão borrada, sentir paralisia ou ter sensações de formigamento, etc.38,39,42 Cada um desses sintomas geralmente começa gradualmente e dura aproximadamente de 20 minutos a uma hora.41

Estágio de dor: a dor de cabeça durante este estágio é unilateral, latejante e que pode durar por quatro ou mais horas. Os outros sintomas incluem as náuseas, vômitos e sensibilidade à luz e aos sons.38,42

Estágio pós-dromo: nesta fase final da enxaqueca você pode sentir-se cansado, com alterações no humor e incapacidade de concentração.38,42

Geralmente, quem apresenta os ataques de enxaqueca e sintomas associados parece ter crises de enxaqueca mais severas.40 Mas é possível melhorar a qualidade de vida dos paciente, para isso é importante buscar a ajuda especializada de um médico neurologista.

Cadastre-se Hotsite de enxaqueca


Leucemia mielóide aguda

 

A leucemia mieloide aguda (LMA) ou leucemia mieloblástica aguda que é um câncer que se inicia na medula óssea. Ela pode ou não se espalhar para outras partes do corpo, incluindo linfonodos, fígado, baço, sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal) e testículos.37

Na maioria das vezes, a LMA se desenvolve a partir das células que se transformariam em células brancas do sangue. A doença é caracterizada pelo crescimento rápido de células do sangue ainda imaturas.36

Cadastre-se


Leucemia mielóide crônica

 

A leucemia mieloide crônica (LMC) é um tipo de câncer que afeta o sangue dos pacientes. Na verdade, a LMC faz que que os glóbulos brancos do sangue (leucócitos) se multipliquem desordenadamente, ainda dentro da medula óssea. De forma bem específica, a doença aumenta o número de um tipo de glóbulo branco, chamado granulócito.35

A leucemia mieloide crônica raramente acontece em crianças: os casos infantis representam apenas 4% da doença. Dessa forma, os adultos são mais afetados, sendo a leucemia mieloide crônica mais comum por volta dos 50 anos.36

Cadastre-se Informações sobre leucemia mielóide crônica


Melanoma

 

O câncer de pele é caracterizado pelo crescimento descontrolado de células anormais da pele, causado por mutações ou defeitos genéticos no DNA, na maioria dos casos decorrente da radiação ultravioleta.25 O melanoma é um tipo de cancer de pele, derivado de células melanocíticas, mas que pode acometer outros locais do corpo como mucosas e visceras.26-29

O melanoma pode começar como uma espécie de pinta ou mancha sobre a pele (um pequeno tumor cutâneo pigmentado ou colorido), mais frequente nas partes do corpo que ficam expostas ao sol. Geralmente os tumores são de cor marrom ou preta, mas alguns melanomas não são pigmentados e essa “pinta” pode aparecer nas cores rosa, bege ou branca.26-29

Cadastre-se Informações sobre melanoma Hotsite de melanoma


Osteoporose

 

A osteoporose faz com que os ossos do corpo fiquem porosos e enfraquecidos, o que aumenta o risco de fraturas, mesmo com a realização de esforços mínimos. Qualquer pessoa está sujeita à osteoporose, mas as mulheres após a menopausa, os idosos e pessoas que fizeram tratamento prolongado com corticoides estão mais sujeitas à osteoporose. 11

Além da mudança no estilo de vida, incluindo alimentação equilibrada e exercícios físicos com supervisão e recomendação médica, o tratamento medicamentoso é um aliado da qualidade de vida para pessoas com osteoporose. Além disso, alguns cuidados simples de postura durante a realização das tarefas diárias pode prevenir quedas e fraturas.

Cadastre-se


Psoríase

 

A psoríase é uma doença bastante conhecida por seus sinais e sintomas na pele dos pacientes, mas ela vai muito além disso. A doença é sistêmica e pode atingir as articulações (sendo chamada de atrite psoriásica), além de estar comprovadamente relacionada a uma série de comorbidades, como diabetes, colesterol alto, derrame e obesidade.12-14

As manifestações mais características da psoríase são as lesões avermelhadas e descamativas na pele, que podem ocorrer em qualquer região do corpo, mas principalmente nos cotovelos, joelhos, pernas e no couro cabeludo.15 Essas lesões podem aparecer repentinamente, o que classifica uma crise de psoríase, e durar por tempo indeterminado. As lesões na pele geralmente apresentam coceira e dor.15

Apesar de não ser contagiosa, a psoríase pode provocar constrangimento e até isolamento social.16-17 Por isso, o impacto da doença na qualidade de vida dos pacientes, principalmente os que apresentam psoríase moderada a grave, costuma ser profundo, atingindo desde as atividades de lazer, a vida profissional e até os relacionamentos.16

O diagnóstico da psoríase é clínico, ou seja, baseado no relato dos sinais e sintomas e na avaliação do paciente pelo médico.15,17 Além de ser classificada pelas características e localização das lesões, a psoríase também é classificada por sua gravidade, podendo ser leve e moderada a grave.15,17-18 Além da extensão e intensidade das lesões, outro fator usado para classificar a gravidade da doença é seu impacto na qualidade de vida do paciente.18

O tratamento da psoríase visa controlar os sintomas da doença, bem como restabelecer a qualidade de vida dos pacientes.19 É importante reforçar que independentemente da gravidade da psoríase, ela tem tratamento.19 Para o controle adequado da psoríase, o paciente deve seguir adequadamente o tratamento prescrito, observar e relatar ao médico a ocorrência de novas crises de psoríase ou de outros sinais da doença. Só assim é possível avaliar a necessidade de uma nova alternativa terapêutica e alcançar o tratamento ideal para cada paciente.

Cadastre-se Informações sobre psoríase Hotsite de psoríase


Tumores neuroendócrinos

 

Os tumores neuroendócrinos, ou NETs, são tipos raros de câncer. Os NETs podem aparecer em diferentes tecidos e órgãos do corpo que contenham células endócrinas. As células neuroendócrinas são encontradas no sistema nervoso e no sistema endócrino. Esses dois sistemas trabalham em conjunto para manter o corpo em funcionamento.

Diferentes tipos de NETs causam diferentes sintomas. A síndrome carcinóide ocorre em alguns pacientes com NET. Ela está associada à secreção de hormônios e outras substâncias bioquímicas pelo tumor. Os sinais e sintomas mais comuns da síndrome carcinóide incluem flushing (rubor facial intenso) e diarreia.

Diagnóstico e tratamento dos NETs

O diagnóstico preciso é importante para o tratamento da doença. O médico poderá realizar diversos exames para diagnosticar os NETs. Eles incluem exames de imagem e bioquímicos. Em caso de diagnóstico de NET, converse com o seu médico sobre o plano de tratamento adequado.

Perguntas para fazer ao seu médico

Ao receber o diagnóstico de NET, você poderá fazer as seguintes perguntas ao seu médico a respeito do seu diagnóstico e plano de tratamento:

  • Qual é o meu tipo de NET?
  • Em qual estágio está meu NET?
  • Quais são minhas opções de tratamento?
  • Quais são os benefícios esperados de cada tipo de tratamento?
  • Quais são os riscos de cada tratamento?
  • Quais são os efeitos colaterais de cada tratamento?
  • Como vou saber se o tratamento está fazendo efeito?
  • Como cada tipo de tratamento afetará minha vida cotidiana?
  • Existem novos tratamentos ou estudos clínicos que eu deva levar em consideração?
  • Quais são as chances do câncer voltar?
  • Quais são minhas chances de cura?

 

Tratamento do NET pancreático (pNET)

O local de origem, ou local do tumor primário, é uma forma de classificação dos NETs pelos médicos. Os NETs pancreáticos, ou pNETs, ocorrem no pâncreas. O tratamento do pNET depende de diversos fatores, incluindo o tipo de célula cancerosa, a localização do tumor no pâncreas, se o tumor tem metástases em diversos lugares no pâncreas ou em outras partes do corpo, a sua saúde geral e se o câncer foi diagnosticado recentemente ou é recidivante.

Cadastre-se Informações sobre tumores neuroendócrinos Hotsite de tumores neuroendócrinos


Urticária crônica espontânea

 

Muito além de uma questão de pele, a urticária é responsável por um alto impacto na qualidade de vida dos pacientes. Principalmente em casos mais graves, a urticária leva ao isolamento social e ao desconforto emocional, pois afeta diretamente o desempenho no trabalho, as atividades físicas e a vida sexual. 20

Existem diferentes tipos de urticária e uma delas é a chamada urticária crônica espontânea. Neste caso, não há um agente causador da doença que possa ser detectado e os sintomas – urticas (lesões características na pele), coceira e dores – duram por mais de seis semanas, podendo se prolongar por anos.21

Felizmente, hoje já há como monitorar a qualidade de vida das pessoas com urticária e outras doenças dermatológicas e buscar alternativas para que possam viver com mais bem-estar.

Cadastre-se Informações sobre urticária Hotsite de urticária

 

Referências

 

1. Site do American College of Rheumatology. Psoriatic Arthritis. Disponível em: http://www.rheumatology.org/practice/clinical/patients/diseases_and_conditions/psoriaticarthritis.asp. Último acesso em novembro de 2015.

2. Sociedade Brasileira de Reumatologia. Artrite Psoriásica. Disponível em: http://www.reumatologia.com.br/PDFs/Cartilha_Artrite_Psoriasica.pdf. Último acesso em novembro de 2015.

3. World Health Organization. Global surveillance, prevention and control of chronic respiratory diseases: a comprehensive approach, 2007.

4. Site do National Center for Biotechnology Information (NCBI) do National Institutes for Health (NIH). Disponível em: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2727888/. Último acesso em 11 de novembro de 2014.

5. Cartilha da Sociedade Brasileira de Reumatologia para pacientes com Espondilite Anquilosante. Disponível em: http://www.reumatologia.com.br/pdfs/cartilha_espondilite_anquilosante.pdf. Último acesso em março de 2015.

6. Site da Sociedade Brasileira de Reumatologia. Disponível em: http://www.reumatologia.com.br/index.asp?Perfil=&Menu=DoencasOrientacoes&Pagina=reumatologia/in_doencas_e_orientacoes_resultados.asp. Último acesso em março de 2015.

7. Site da Sociedade Brasileira de Reumatologia. Disponível em: http://www.reumatologia.com.br/index.asp?Perfil=&Menu=DoencasOrientacoes&Pagina=reumatologia/in_doencas_e_orientacoes_resultados.asp. Último acesso em março de 2015.

8. Site do National Health Services. Disponível em: http://www.nhs.uk/Conditions/Ankylosing-spondylitis/Pages/Introduction.aspx. Último acesso em março de 2015.

9. Site do National Institute of Arthritis and Muscoloskeletal and Skin Diseases (NIAMS) do National Institutes of Health (NIH). Disponível em: http://www.niams.nih.gov/Health_Info/Back_Pain/default.asp. Último acesso em março de 2015.

10. Sawyers CL. Chronic myeloid leukemia. N Engl J Med 1999;340:1330-40.

11. Cartilha Osteoporose. Sociedade Brasileira de Reumatologia. Disponível em: http://www.reumatologia.com.br/PDFs/Cartilha%20osteoporose.pdf. Último acesso em 07 de agosto de 2015.

12. Reich K. The concept of psoriasis as a systemic inflammation: implications for disease management. J Eur Acad Dermatol Venereol. 2012 Mar;26 Suppl 2:3-11.

13. Sociedade Brasileira de Reumatologia. Espondilite Anquilosante – Cartilha para pacientes. Disponível em: http://www.reumatologia.com.br/pdfs/cartilha_espondilite_anquilosante.pdf. Acesso em março de 2015.

14. News in Health - National Institutes of Health (NIH). Itchy, scaly skin? Disponível em: http://newsinhealth.nih.gov/issue/Aug2010/Feature2. Acesso em março de 2015.

15. National Institute of Arthritis and Musculoskeletal and Skin Diseases - National Institutes of Health (NIH). Questions and Answers about Psoriasis. Disponível em: http://www.niams.nih.gov/Health_Info/Psoriasis/default.asp. Acesso em fevereiro de 2016.

16. Rapp SR et al. Psoriasis causes as much disability as other major medical diseases. J Am Acad Dermatol. 1999 Sep;41(3 Pt 1):401-7.

17. National Psoriasis Foundation. How do I get Psoriasis. Disponível em: https://www.psoriasis.org/about-psoriasis. Acesso em março de 2015.

18. Krueger G et al. The impact of psoriasis on quality of life: results of a 1998 National Psoriasis Foundation patient-membership survey. Arch Dermatol. 2001 Mar;137(3):280-4.

19. Sociedade Brasileira de Dermatologia. Consenso Brasileiro de Psoríase 2012 - Guias de Avaliação e Tratamento. Disponível em: http://www.ufrgs.br/textecc/traducao/dermatologia/files/outros/Consenso_Psoriase_2012.pdf. Acesso em março de 2016.

20. O’Donnell BF, et al. Br J Dermatol 1997;136:197–201.

21. Maurer M, et al. Allergy 2011;66:317–30.

22. American Cancer Society. Disponível em: http://www.cancer.org/cancer/kidneycancer/detailedguide/kidney-cancer-adult-treating-by-stage. Último acesso em agosto de 2018.

23. Allies in RCC. Disponível em: http://alliesinrcc.com/. Último acesso em agosto de 2018.

24. Recomendações no tratamento esclerose múltipla e neuromielite óptica da academia Bras de Neurol. 2ª ed 2016. Disponível em: http://esclerosemultipla.com.br/sobre-em/sinais-e-sintomas/.

25. Skin Cancer Foundation. Skin Cancer Information. Disponível em: http://www.skincancer.org/skin-cancer-information. Acesso em janeiro de 2017.

26. American Cancer Society. Melanoma Skin Cancer. Disponível em: http://www.cancer.org/cancer/skincancer-melanoma/detailedguide/melanoma-skin-cancer-what-is-melanoma. Acesso em janeiro de 2017.

27. INCA. Pele melanoma. Disponível em: http://www2.inca.gov.br/wps/wcm/connect/tiposdecancer/site/home/pele_melanoma/definicao+. Acesso em janeiro de 2017.

28. Instituto Oncoguia. Sobre o câncer de pele melanoma. Disponível em: http://www.oncoguia.org.br/conteudo/sobre-o-cancer/551/138/. Acesso em janeiro de 2017.

29. NIH-National Cancer Institute. Melanoma treatment (PDQ®)–patient version. Disponível em: https://www.cancer.gov/types/skin/patient/melanoma-treatment-pdq. Acesso em janeiro de 2017.

30. American Cancer Society. How is breast cancer staged? Disponível em: http://www.cancer.org/cancer/breastcancer/detailedguide/breast-cancer-staging. Acesso em novembro de 2016.

31. Instituto Oncoguia. Estadiamento do câncer de mama. Disponível em: http://www.oncoguia.org.br/conteudo/estadiamento-do-cancer-de-mama/1394/264/. Acesso em novembro de 2016.

32. Advanced Breast Cancer Community. Frequently asked questions about advanced breast cancer. Disponível em: http://www.advancedbreastcancercommunity.org/pdf/asset-library/FAQs_about_ABC.pdf. Acesso em novembro de 2016.

33. Advanced Breast Cancer Community. Understanding abc. Disponível em: http://www.advancedbreastcancercommunity.org/understanding-abc?accordion=ooccoc. Acesso em novembro de 2016.

34. Instituto Oncoguia. Importância de saber se o câncer de mama avançado tem receptores hormonais ou HER2. Disponível em: http://www.oncoguia.org.br/conteudo/status-hormonal-e-her2/6243/826/. Acesso em novembro de 2016.

35. ABRALE. Câncer Infantil - Leucemia Mieloide Crônica (LMC). Disponível em: http://abrale.org.br/leucemia-infantil/lmc-infantil. Último acesso em junho de 2016.

36. ABRALE. Leucemia Mielóide Crônica – LMC. Disponível em: http://abrale.org.br/lmc/o-que-e. Último acesso em junho de 2016.

37. Oncoguia. Sobre a Leucemia Mieloide Aguda (LMA). Disponível em: http://www.oncoguia.org.br/conteudo/sobre-o-cancer/1113/307/. Acesso em dezembro de 2017.

38. Migraine.com. What is migraine? Disponível em: https://migraine.com/what-is-migraine/. Acesso em junho de 2019.

39. PubMed. Migraine overview. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmedhealth/PMH0072557/. Acesso em junho de 2019.

40. National Headache Foundation. Disponível em: https://headaches.org/wp-content/themes/bridge-child_nhf/documents/161024_LOT-A_MigraineSymptoms.pdf. Acesso em junho de 2019.

41. WebMD. Migraine Phases. Disponível em: https://www.webmd.com/migraines-headaches/migraine-phases#1. Acesso em junho de 2019.

42. Mayo Clinic. Migraine. Disponível em: https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/migraine-headache/symptoms-causes/syc-20360201?p=1. Acesso em junho de 2019.